10.3.06

título


5 comentários:

verde velma disse...

você é bom e eu gosto disso.

álvaro disse...

atualiza essa porra!

álvaro disse...

catou a verdinha aí hein safadão

E.R.L. disse...

Olá!

Estamos a preparar o n.º 3 da Revista Literária Sítio e procuramos colaboradores para este número. A revista tem publicado autores de diversos países (Portugal, Brasil, Espanha, Argentina, Roménia) e espera poder continuar a alargar o seu mapa de colaboradores. Assim, para além de esperarmos que possa colaborar com um texto, peço-vos também que divulguem este e-mail para os vossos contactos.

Os trabalhos pretendidos são:

- Poesia
- Conto
- Crónica
- Ensaio

(num máximo de 5 páginas word)

- Fotografias
- Desenhos
- Ilustrações

( em formato .tiff ou .jpeg, a preto e branco, com um mínimo de 300 dpi para qualidade de impressão)


Os trabalhos deverão ser enviados para luis.cristovao@atv.pt ou luisfilipecristovao@gmail.com junto com uma pequena nota biográfica.

A data limite para a entrega de trabalhos para este número é dia 1 de Maio de 2006.

mauricio disse...

putz cara , pirei na forma como vc usou as cores e o desenho da arvore.








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON