3.5.06

atualização finalmente




desculpem a parada, mas é tanta coisa ao mesmo tempo. Mas aí está, a última história que eu fiz.
Ela acabou ficando mais complicada do que eu queria. abaixo o texto que complementa a história. ficaria feliz se alguém quiser comentar e tentar interpretar ela pra eu poder saber até que ponto ela está compreensível ou não.
abraços.

"20 anos e Bia ainda cheira laranjas. Ela ia se matar mas não se matou. Agora nós somos tias."

7 comentários:

gabinha disse...

a dw. eu não consigo ler.. [chego em casa e tento denovo em monitor melhor? ok] :)

mauricio disse...

o desenho esta massa mas nao da pra ler

cimples jr disse...

Percebi que ah mudanças no traço seu...Esta mais bruto. Não consegui ler tambem...

cimples jr disse...
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Ivan disse...

maternal, como redenção (que óbvio)
provavelmente não é isso, mas é o que li.

hugo disse...

o desenho tá legal, mas os balões estão muito difíceis de ler. mas deu pra perceber que é bem hermético. vc tinha mesmo a intenção de passar algo a alguém?

dwski disse...

a minha premissa tem sido criar uma linha em que a narrativa e a forma se misturem, é uma tentativa de usar o poder único dos quadrinhos. Além de estar tentando me afastar do naturalismo, mas também não estou querendo soar abstrato demais. Estou me esforçando para que seja possível entender as histórias. nesse caso acredito que essa história ficou bem difícil de entender mesmo.








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON