15.10.06

O homem do espaço


em produção...

4 comentários:

gabriel renner disse...

cara, teu trampo é muito foda, catei as hqs tuas q tem lá no nonaarte e imprimi e fiz um gibi massa pra guardar. O pessoal da candiland me passou esse link, fodasso teus hqs!!

Rafael (blackdog_jet77@hotmail.com) disse...

tudo de muito bom gosto..muito bonito... mas ainda não vi meu desenho do desfile dos esqueletos.. estilo do dia de los muertos..!sim, sim.! aquele em vermelho,que lhe dei de presente um dia na aula de quadrinhos e que cê falou que ia postar.. é.. posso estar sendo chato sim.. mas o que posso fazer? no mais.. tudo oquêi.. muito boa sorte em tudo aí!

dwski disse...

vai chegar Rafael, não esquente!

renner disse...

ô cara, atualiza a bagaça aí, rapá!!








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON