2.10.06

Oh meu Deus, tem círculos pelo mundo!


Em sua 2ª edição
o projeto SHUFFLE
traz mais atrações imperdíveis!

O som fica por conta dos convidados Bogus & Neto (biribas) e dos residentes Zu e Greg,
duplas que trarão o melhor do electro, minimal e shuffle.

Nas projeções, VB.K manda seus randômicos e desconstruídos vídeos nonsense.

A expo da vez é do quadrinista e fanzineiro DW, com "Oh, meu deus! Tem círculos pelo mundo".

█06.10 sexta 23h30nico bar . joão negrão, 45, centro

█[$] 6r$ até 1h / 8r$ após

█[djs]zu (shuffle)greg (shuffle)bogus & neto (biribas)█

[vj] vb.k█[expo] dw█[door] babi & cati█[xtra!]

painéis shuffle de intervenções universais

█[+ infos] http://www.projetoshuffle.blogspot.com
[webflyer] http://www.fotolog.com/shuffl3

[apoio]Gráfica Vicentina - 3322 7733
Livrarias Curitiba www.­livrariascuritiba.com.br
Candyland Comics www­.candyland.com.br

4 comentários:

ricardo santos disse...

sensaacionais teus trabalhos , cara! parabéns

ricardo santos disse...

sensaacionais teus trabalhos , cara! parabéns

dwski disse...

valeu!!

dwski disse...

várias coisas legais suas no seu blog tb hein?








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON