6.10.07

SOMZALA




" Atenção negrada!
SOMZALA : É a proibição da entrada de Billie Holliday pela porta da frente dos clubes. É a magia criativa de Charles Mingus. É o orgulho de ser negro cantado por James Brown. É a crítica de Grand Master Flash. É o balanço de Simonal, o violão “erradinho” de Jorge Ben. É o cacuriá e as brincadeiras de Dona Teté. As alfaias da Nação Zumbi. A melodia de Miles Davis, o groove de Herbie Hancock, o "Lamento" de Pixinguinha.

O evento reúne discotecários, DJs, selectors e apreciadores da música negra. Uma festa onde
tudo está relacionado com o universo black"


Eu produzi uma série de imagens, das quais uma,

acredito, será escolhida para virar um lambe pelas ruas da cidade.
Essa festa é a melhor de Curitiba.


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OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON