27.2.08

abstracionismo pop







Alguém já usou esse termo? Será que é isso que eu estou fazendo? hmmm... cheguei a esse termo depois de ver que vários artistas que eu gosto pelo mundo estão tendo suas artes chamadas de psicodelismo pop.

Prefiro não classificar muito já que isso tudo é uma continuação dos cubinhos que eu desenhava no caderno ao invés de aprender a resetar um ângstron...
enfim... Essas obras tem a ver também com brincadeiras que eu fazia quando adolescente, tentando, por exemplo, desenhar sem representar absolutamente nada. Acredite, é difícil fazer um desenho que seja legal e não pareça diretamente nada. Gosto que esses quadros durem abre aspas pra sempre já que eles são uma eterna procura e nunca uma conclusão. O mais legal é que é tudo visual, é algo que eu busco.

Essas e outras imagens estarão expostas e a venda no James Bar no mês de março, aviso melhor logo. Séries numeradas e assinadas. As que estarão expostas serão as 01/100. (um de uma série pré-limitada de cem). Os preços variarão de R$70 a R$200.

:: A princesa e o plebeu (Jorge Ben)

Um comentário:

Joca Reiners Terron disse...

dw, caro,

precisava trocar uma idéia contigo urgente.

assunto: trampo.

me manda um email?
jterron@gmail.com

abraço








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON