4.7.08

Limpando as gavetas...



...Não consigo acreditar que tenho tanto papel guardado... a cada limpeza são pacotes de desenhos e afins "dispensados", claro, mando tudo para reciclagem...

Fiz limpeza em UMA gaveta e olha só o que surgiu, vários desenhos que, em sua maioria, nunca foram usados e merecem ao menos serem vistos pelo povo. A maioria é antigo, algumas legendas quando pertinente :







Isso é baseado em algo da Lispector...







Uma história nunca terminada que tinha como personagem meu amigo Rafael Panke (agora ele está diferente...)...



??




Uma história sobre quadrinistas, Brasil, artes plásticas, essas coisas... É meio baseado em absurdos que rondam esse mundinho nosso. Como eu nunca terminei se tiver paciência de ler o esboço da segunda página está aí.



Tentando salvar as crianças....




Quer comprar esse? Baratinho. Preço de custo.




Walter Benjamin.




Um desenho da Constance, heheh...





bau-au.



??





Ficou tudo bem com o Chico...





Conheci-o na Gibiteca. o verdadeiro é muito mais figura...



Curti esse, vou tentar escrever outras coisas assim...






Pelo menos o Allan Ledo gostou, bom sinal....









5 comentários:

Guilherme Caldas disse...

Cara, você realmente PRECISA terminar essa HQ do Capitão Brasil. E, de quebra, puxar pela memória e fazer o Super Jesus!

dw disse...

hahah, é uma...

André Ramiro disse...

ôrra, e tudo isso estava dispensado? hehe
abs rapá!

dw disse...

O da Cons não, haha

A. B. Ducci disse...

essa seção achados e perdidos tá excelente!








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON