23.9.08

Em quadrados





1- Ótima matéria sobre a nova safra de quadrinistas sérios brasileiros, escrita pelo Emilio Fraia, e que deve ter saído na revista da Gol. (se você for uma pessoa viajada/viajona talvez veja em pêlo). Aqui link para um pedaço da matéria no blog do Emilio. (aproveite e veja o que mais).



2- Falando em quadrinistas sérios, aproveito pra deixar o cartaz que montei e a dica: Mutarelli em Curitiba, na Itiban, dia 24 de setembro (amanhã!) Não perca!! Se você não conhece a história do cara ou não sabe o que tem rolado, sugiro pesquisa.

:: Its not all DOOM DOOM DOOM (Son Green)

2 comentários:

marcia franco disse...

mutarelli foda!

gostei muito do seu desenho "baseado em algo da Lispector"!

Anônimo disse...

iô, DW! ainda sou seu aluno! hãhãhã.. últimos desenhos aí muito cada vez mais loucos... estou começando uma produção...minha cabeça está uma bagunça.. vi seu trampo no kitnet.. falei pruma gata que tinha feito aula contigo,, he
meu site que não tem tantas fotos ainda, mas vai ter,,www.fotolog.com/black_na9

Rafael)








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON