14.11.08

Café Espacial



Participei da edição #1 e agora da #3 da revista Café Espacial do empenhadíssimo Sérgio Chaves com uma história não tão nova chamada "Histórias de amor". A capa da edição é do Fábio Lyra, cujas ilustrações são muito batutas!

Não sou muito de participar de revistas/fanzines porque sou muito chato com relação aos conteúdos de outrem, resumindo: não gosto de queimar a cara participando de revistas que tem histórias com anjos, textos sobre capitalismo e essas bostas... (Por exemplo neste caso tem uma matéria sobre a Seita Mágica, que pra mim é, literalmente, uma palhaçada). Mas o Sérgio é um cara que há muito tempo tem trabalhado nessa revista e acho que ela está cada vez melhor, apesar de eu não gostar de TODO conteúdo. (Mas não é nada pessoal, mas sou saudoso e queria que resurgisse uma Entropya, uma Animal, etc... aiai...)

Para quem acha que eu agora só faço publicidade, (olhando o site ultimamente parece né?) saibam que tenho produzido várias coisas de artes plásticas e HQ, só não é o momento ainda de publicá-las no site. (alguma coisa já adiantei em posts anteriores)

Descrição: 60 páginas, formato 14×21cm, capa colorida e miolo em preto e branco.
Valor: R$ 5,00 + R$ 1,00 para despesas postais.
Mais informações: www.cafeespacial.com

:: 10AM (One-two)

2 comentários:

Daniel Pereira dos Santos disse...

Cara - matou a pau na HQ do Café!

Ricardo Sanchez disse...

Uma revista como essas faz falta mesmo. Mas a Café é que acaba tendo os melhores trabalhos dessas revistas que vêm saindo.








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON