29.12.08

CADERNO LISTRADO // ITIBAN + DANIEL BARBOSA




Bem, como sempre neste blog coloco as notícias depois que elas já passaram, hehehe, mas enfim, penso que este blog não tem uma intenção exatamente de ser informativo, e sim memorativo (?).

No dia 13 DE DEZEMBRO DE 2008 a ITIBAN COMIC SHOP junto a DANIEL BARBOSA lançaram uma coleção de cadernos manufaturados com estampas de quadrinistas "da casa".



Na foto Lourenço Mutarelli (pai de todos!), Mitie da Itiban, Daniel, eu, Guilherme Caldas (herói!), Rafael Silveira (RHS) e Marcelo Donatz, todos grandes artistas e amigos! Todos aqui de Curitiba (hmm, não sei, moram aqui pelo menos) menos o Muta que é de SP. Se não conhece os trabalhos dessa galera, está marcando, heh.



Os cadernos continuam à venda na própria Itiban (Av. Silva Jardim, n°845 (41) 3232- 5367) ou diretamente com o Daniel, que está também sempre por aí nos eventos! Abaixo uma imagem que acabou não sendo usada, que fique aqui registrada:




Veja mais fotos (uma inclusive que eu estou com a pior cara possível, heh) no flickr dele.

2009?

:: Somebody's watching me (Rockwell)

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OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON