16.1.09

São Paulo






Pois é, estou me mudando para São Paulo no máximo até o começo de março. E por que isso? Bem, Curitiba é uma cidade espaçosa, isso é o que me vem à cabeça, porém não é fácil trabalhar com arte e afins por aqui. A cidade é cheia de pessoas talentosas e a maioria pensa em debandar, porque permanecer é um desafio constante. Às vezes parece que as únicas opções são virar funcionário público ou morar com os pais pra sempre (coisa que eu não faço há um tempo e talvez por isso sofra, rs).

Deixando os devaneios, comecei uma busca atrás de trabalho em São Paulo e a coisa parece que vai bem.

Aqui uns storyboards que eu não tinha colocado ainda no blog, só para conhecimento de alguns de meus novos possíveis clientes, temos exemplos de storyboards a lápis, arte-finalizados e coloridos, cada qual, claro tem preços diferentes, mas sempre garanto a qualidade e entrega em prazo, como bom curitibano (na verdade aqui as pessoas em geral não gostam do emprego e por isso não trabalham direito, mas fica a dica: amor é essencial pra trabalhar)

abraxos e feliz ano.

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OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON