4.5.09

WONKA BAR





Essa dentucinha simpática é a Wendy Ferreto, a arquiteta responsável pelo Wonka Bar e o Mafalda em Curitiba, ambos negócios bem sucedidos da grande Ieda!

Agora elas inventaram de colocar um desenho meu na fachada do Wonka, o que é uma honra enorme pra mim por envolver essas duas mulheres, das quais sou fã e não abro!

Essa mesma imagem foi usada numa camiseta do Wonka. Engraçado que na festa de lançamento da mesma não me deixaram entrar, huahuaha, bem, depois de andar uma hora a pé de St. Cecília até Higienópolis depois da Virada Cultural no domingo de madrugada, passando ali pelo Minhocão, só posso concluir que minha vida é mesmo engraçada (ainda estou vivo, oras, porém sinto menos medo)... Logo posto mais fotas da fachada!

:: Eu amo você (Mordida)


Um comentário:

André Ramiro disse...

é issoae mermão, coisa fina!
pena que vcs tocaram aqui quando eu estava viajando...aliás, tenho feito isso muitas vezes nos últimos tempos....abração D, se cuida!








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON