23.8.09

RIO DE JANEIRO

Viajei pela primeira vez ao Rio de Janeiro, o motivo era o show do Friendly Fires (esgotado aqui em SP). Acabei realizando um outro sonho que foi ver o show do Jorge Ben! Fantásticos os dois! Além disso foi uma viagem muito boa, repleta de passeios e pessoas especiais. Currti merrmo exe povo carioca! Todo mundo percebia fácil pelo meu sotaque que eu não era de lá.

Na noite em que cheguei aqui em SP tive um sonho incrível, que estava voando por sobre uma cidade, e quando a cidade terminava haviam rochas pretas e pontudas, onde estavam algumas estudantes que me viram passar por cima admiradas, logo depois das pedras estava o mar, gigantesco, continuei voando até lá, sempre em linha reta, e dei de encontro com uma onda muito grande e muito macia (do tipo das que vi em Grumari).


Tentei representar algo da cena (que fica bem clara na minha mente) em desenhos, ficou mais ou menos... Acho que no fim o que mais se aproximou foi essa feito a bic.

Agradecimentos às minhas guias Catarina "Wild and Nasty", Aline "Rocket"e Nina Quiroga (a Cúmbia vem ao caso)!
Inesquecível e goxxxxxtosooooo!!! rs.


:: 55566688833 (James Figurine)

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OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON