23.11.09

Fotas

Nos últimos meses desde que mudei pra SP muita coisa aconteceu. Quase fim de ano então é uma boa hora pra um revival-rápido-e-de-leve:


Na POP. Loja legal paca!

Pacolli, minha amiga em cuja casa fiquei nos últimos meses. Super artista. Mulher de verdade. Coração valioso.

Aline, minha amigona do RJ. Muitas emoções!

Minha amigona Juliana Zandavali de Curitiba que mora em SP, quantas vezes acolheu!

Festa no Apê novo na Augusta. Só diversión. Na foto amigões: Guilherme Caldas, Marcell Boareto, Diego Ruiz e o Rodrigão.


Apesar de tudo eu ainda acredito no amor! Na foto Vida Loka e Lou.


FOTOS DAS VENDINHAS DA PACOLLI:

Um sonho se realiza: conheci o JACA e ele é demais!


Gui da Voodoohoop (a melhor festa que já fui em SP) fazendo a Bela Adormecida.

MZK figuraça, outro herói que conheci na mesma noite. Ele colocou uns sons negros em vinil cabulosos!

Vendinha só tem gente fina.

Eu fazendo o Burt Reynolds.


Energia fluindo adoidada.

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OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON