15.1.10

OFICINA DO DIABO




Ok, Ok, tá finalmente na hora de revelar meu passado. Esses são meus quadrinhos antigos. Eu cheguei a fazer/participar de cerca de 40 fanzines diferentes. Alguns de amigos, alguns que eu bolava. Os que eu bolava nunca repetia, era apenas uma edição com cada nome, alguns que me lembro: "Dedos Quebrados" (contos de uma página), "Greatest Hits", "Foll"(neste eu e amigos brincávamos de não saber desenhar, era uma parada meio Dada, por mais que na época nem conhecíamos ainda muito sobre arte, era mais zoação), "Horas Mortas", "Ah, meu Deus, eu odeio quadrinhos", "Vaca-H", "Fantasias Urbanas", "Na-Nu", etc... Tudo isso surgiu a partir de um grupo de amigos que se encontrava na Gibiteca de Curitiba dois dias por semana pelo menos pra desenhar e (hmm) "pirar".


Eu os xerocava, sempre em xerocadoras de qualidade, grampeava um a um e vendia, fanzines formato A4, com cerca de 30 a 50 páginas a R$1. E se você soubesse como era difícil vender, eu acabava dando quase tudo ou trocando... Será que alguém ainda tem algum fanzine meu?
Manda a foto que eu ponho aqui no site!

Enfim, depois eu comecei a publicar alguns quadrinhos na editora virtual Nona Arte. O grande André Diniz, um dos criadores do site, juntamente a Antônio Éder, foi quem deu uma super força pra divulgação dos meus trabalhos, editando as páginas que eu produzia (e mandava por email em um tamanho colossal, bem ganso mesmo).

Pra encerrar eu peguei as melhores histórias dessa época de fanzines e histórias virtuais e fiz 75 cópias em gráfica de uma espécie de livrinho/antologia. E esse, quem tem?

Baixa aí os dois:


Três ressalvas:

- Os arquivos da antologia são versões para visualização em tela, mas vieram dos arquivos de impressão, ou seja: elas estão sem margem... mas você pode imprimir se quiser e a margem natural e inevitável das impressoras cuida disso.
- A maioria das histórias se repete nos dois materiais, se for baixar só um recomendo a Antologia, pois as histórias que se repetem nela são versões "remasterizadas".
- Não me responsabilizo pelo que você vai ler, as histórias são de mais de 6 anos atrás, então é óbvio que não gosto de tudo que está aí. Mas acho que vale a pena dar uma olhada.

:: What will you do when your suntan fades? (Beulah)


2 comentários:

Fabio Santos disse...

Sou de Sampa. Foi pela Nona Arte que conheci seus trabalhos.
É ainda mais interessante rever.

El Negro Noregna disse...

Archive broken Re-up please!

¡Saludos desde Colombia!








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON