2.4.10

INKSHOT: quase lá!


Meu amigo Hector Lima está prestes a publicar uma coletânea de quadrinhos chamada INKSHOT. (logo mais sobre). Pesquisando meu nome na internet achei essa crítica: pra variar, eu irritando pessoas, heheh.

(...) Tudo vai indo bem até que chega a incômoda história do paranaense DW. Incômoda por diversos motivos: o traço por demais underground, os problemas visuais e de roteiro quanto à narrativa, o tema familiar que deveria ser sensível mas descamba para o drama fácil e os deslizes de linguagem. Uma história fraca, que apenas acrescenta à Inkshot em termos de diversidade. Algo nem sempre é algo positivo, pois uma história underground boa se encaixaria melhor.

E só pra ficar claro, sei que soa niilista, mas não me preocupo com nenhuma opinião de ninguém, nem as boas me causam muito efeito mais, infelizmente, A NÃO SER que toquem o cerne. É raro.

:: Drugs doesnt work (The Verve)

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OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON