1.2.11

STRIPBURGUER



Finalmente! Alegria alegria!

A revista eslovena STRIPBURGUER publicou quadrinhos de um monte de gente brasileira em sua última edição. Além de mim Daniel Bueno, Clayton Junior, Allan Sieber, Rafael Sica, Jaca, Laura Teixeira, Gábriel Goes, Fábio Zimbres e Mateus Acioli. Estou com preguiça de colocar links nos nomes de todos, então gugoa aí.

Mas saiba que sou fã de todos e amigo de praticamente todos os quadrinistas da edição. Zimbres e Jaca por exemplo são mestres do universo. Conterrâneo Clayton, camarada Daniel Bueno, paixão pelo trampo da Laurinha, admirador do Goes e Sieber. Mateus não conhecia mas curti!
A curadoria ficou à cargo do muito bem colocado atacante do quadrinho brasileiro contemporâneo MARCELO D'SALETE (Ainda bem que não foi o Kipper né? rs). Curadoria excelente de um quadrinista que é um dos meus favoritos DO MUNDO! heheh.
A impressão ficou lindíssima, enfim, tou felizão!!

Optei por fazer um quadrinho direto à nanquin, sem esboços, sem planejamento de roteiro, como nos velhos tempos. E aceitei os "erros" que surgiram graças ao método.
Pra ler sobre ou/e comprar clica aqui.
Pra quem é pobre (eu não né), em breve publico a minha história aqui no blog.

beijociao!

:: Vamos farrear (Pinduca)


Nenhum comentário:








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON