23.4.11

LA NATURALESA



Fui convidado pelo excelentíssimo sr. RAFA COUTINHO (pra quem não conhece, ele lançou CACHALOTE em parceria com o ilustríssimo sr. DANIEL GALERA) para este projeto, que vai reunir vários QUADRINISTAS de quem sou fã (Rafa Coutinho, Rafael Sica, Daniel Gisé, El Cerdo, Pedro Franz, Diego Guerlach, Gabriel Góes, Lucas LTG, Laerte, Fido Nesti e Guazzelli) fazendo uma coisa quase inédita no Brasil: uma editoração muito sutil, permitindo que os autores mostrem suas propostas pessoais como artistas que são.

O Rafa fez o bem-bolado perfeito ao se unir ao reverendíssimo sr. Lobo da EDITORA BARBA NEGRA pra lançar o projeto.

Segue o cartaz-convite e abaixo o release do projeto. Pra ver um PREVIEW da edição, clique-me.



1000 possibilidades narrativas. 1000 dinheiros no bolso. Assim é a revista 1000, uma publicação de poucas páginas, sem palavras, mas com muito espaço para a experimentação. A tiragem é de 100 exemplares, que, vendida a 10 dinheiros, rende... tudo 100% revertido para a milenar causa do autor.

A 1000 é uma revista de poucas páginas, entre 16 e 32, onde o autor pode contar uma história sem palavras, arejar o quotidiano do trabalho e ainda ganhar R$ 1000,00 reais. A tiragem de 100 exemplares é vendida a R$ 10,00 reais cada e toda a renda é revertida para o autor.

A cada 10 edições, as histórias serão reunidas em livro e lançadas pelo selo Cachalote e a editora Barba Negra.



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OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON