19.4.11

RISCO ASSUMIDO



O que eu ouço dizer por aí é que um ARTISTA deve seguir uma linha. Deve construir um trabalho de modo que fique óbvio que ele não faz simplesmente qualquer coisa e sim, tem um "estudo" acontecendo. E o que você faz quando tem um impulso interno e esse impulso tem mais força quando você não o define, e sim, pára com as outras pessoas pra admirar e tentar tirar dali algum tipo de pensamento? A arte é um emprego ou é um impulso da natureza através do portal que é você?


Um comentário:

Gicelle Archanjo disse...

Bom, vejo mais como um impulso da natureza!:)








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON