24.11.11

ILUSTRÍSSIMA


Imagem que fiz e saiu na Ilustríssima número.... (perdi a edição, sorry) da FOLHA DE SP.
E abaixo algumas outras idéias que ofereci. Foi pra um conto do SERGUÊI DOVLATOV traduzido para "A MALA". O personagem tem uns pensamentos em relação à sua mala antiga, a qual trouxe da Rússia, etc. A idéia de colocar os personagens históricos foi sugestão do editor. A idéia de colocar o mapa da Rússia no lugar de uma mancha que eu tinha feito foi algo de ultimíssima hora.

Estou publicando alguns desenhos lá. No próximo domingo sai mais uma ilustra de centro (eu tinha uma capa mas trocaram a matéria principal de última hora, uma pena, ficou bonito e por hora não posso divulgar), a matéria é sobre o Lévi-Strauss. Não deixe de não estar perdendo!

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OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON