1.12.11

ILUSTRÍSSIMA






Ilustração que saiu no último domingo na FOLHA DE SP.
Matéria do MARCELO COELHO sobre o LÉVI-STRAUSS.
Eu tinha feito a capa também. Uma pena que trocaram a matéria principal e por conseguinte, colocaram outra ilustra na capa.

Minha idéia era mostrar ele jovem na capa, numa ilustra mais onírica. O texto fala um pouco sobre a personalidade meio anti-social do Lévi. Pensei se não era por isso que ele gostava de visitar comunidades às quais ele não tinha uma ligação original. Pensei como seria o jovem Strauss, já reconhecido, porém jovem, sentindo-se conquistando o mundo e a passagem para o mundo um pouco mais "duro"da ilustra central (essa acima). Ele já velho, bastante reconhecido e respeitado, mas provavelmente, sem muitas surpresas.

Esta imagem abaixo era um teste, também não utilizado, baseado em uma foto da sua visita ao Brasil.

Um comentário:

Ana Elisa disse...

Eu vi isso na Ilustríssima logo depois da oficina Quadro a Quadro na casa da minha professora de artes... foi bem legal mostrar pra ela...








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON