10.1.12

MEU IRMÃOZINHO (remix)




Fiz esta história uns tantos anos atrás. Tinha feito no improviso, inventando a história enquanto desenhava, e com um traço, bem solto e torto, estava entrando na idéia, que desenvolvo até hoje, de que um desenho torto, mas solto e expressivo, vale muito mais que qualquer desenho "bem feito"e duro. Minha mão nunca foi muito firme mesmo.

Por acaso esta acabou se tornando minha história favorita, a que mais representa o tipo de quadrinho que eu quero fazer. (E que será amplamente testado neste ano na série FIXAÇÃO POR INSETOS (mais em breve).

Já tinha feito uma versão em inglês, JURO, não lembro pra que. E agora para mostrar a mudança de estilo ao longo dos anos, fiz um remake da história durante o curso QUADRO A QUADRO que organizei no final de 2011 (com participação do Mutarelli, Gerlach e Coutinho, gênios e amigos). Os que estiveram lá puderam me ver produzindo a página (por mais que eu tenha seguido quase igual as imagens da versão anterior) em poucos minutos, que é outra coisa que venho explorando: tentar desenhar mais rápido que o meu próprio pensamento (que é um pentelho presunçoso que não sabe de nada e fica me dizendo que 'originalidade não existe, tudo é cópia papofuradopapofuradopapofurado...').

Se quiser manda mensagem falando o que achou das duas versões e desse papo furado todo.
Cheers!

Um comentário:

Bruno "brads" disse...

Muito bom poder acompanhar a produção da página e ver como ficou bom o resultado final em apenas uma página! Parabéns cara!








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON