10.1.12

TURMA DA MÔNICA



Estava um dia rabiscando quaquécoisa de repente olhei: "ei, é a Mônica!" Daí fiz o Cebolinha, que em épocas de Neymar, parece fazer todo sentido e daí o Cascão, que pra mim sempre foi negrinho. É também o moleque do bairro que é mais pobrinho, mas que até curte isso e vive mais sujo que precisava, de jogar bola, andar em terreno baldio, etc, ainda assim ele se mistura com os outros do bairro, que talvez tenham computador, o outro estuda numa escola no Centro... isso é Brasil, isso é o subúrbio que eu conheci.

Um comentário:

Elisa disse...

ADOREI! faz os outros personagens?








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON