9.2.12

A BRINCADEIRA FAVORITA




Foi lançado o livro do LEONARD COHEN: A BRINCADEIRA FAVORITA pela COSAC NAIFY, o qual fiz a capa. Também quadrinizei a primeira página do livro. Em breve soltaremos isso no blog da Cosac. Sou fã dos afterworlds musicais do Cohen, mas não imaginava que a escrita dele fosse tão boa. Passei a incluir o livro na lista de meus favoritos! Resolvi quadrinizar uma página porque achei também muito parecido com o jeito que penso as "imagens". Seguem abaixo as versões não-utilizadas da capa. (Algumas estão mais finalizadas, outras eram apenas idéias). Caso tenha gostado mais de alguma capa do que a que foi escolhida, me deixe saber!


Cheers!
















3 comentários:

liber disse...

Todas as capas ficaram bem legais, mas de fato, a escolhida ficou melhor. Trabalho muito muito bacana! Parabéns!

DW Ribatski disse...

Valeu Liber!!!

Gisele Eberspächer disse...

Concordo com o liber! Mas achei muito legal também as capas com o sapo dissecado, acho uma cena tão legal do livro!








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON