14.4.12

A BRINCADEIRA FAVORITA - A hq


Fiz a capa do livro do LEONARD COHEN e em seguida uma HQ baseada na primeira página e também primeiro capítulo do livro.


Estou preparando uma postagem para o QUADRINHOSAUTORAIS.WORDPRESS sobre a experiência de produzir este material, que me levou a (re) pensar a diferença entre criar uma ADAPTAÇÃO e uma RELEITURA de algo. Estou já entregando que vou postar este material lá depois pra me forçar a terminar o texto e não deixar pra lá. Estou realmente interessado a escrever sobre teoria da ARTE, mais especificamente para o público de quadrinhos.



Seguem algumas versões, então, da página. A escolhida foi publicada no blog da COSAC NAIFY um tempinho atrás.

Fiquei pensando depois, como seria legal se o Cohen visse essa HQ. E aí? Você tem o email dele?



2 comentários:

Ana Elisa disse...

comprei o livro ontem e me lembrei de você (você provavelmente não se lembra, mas eu tava na oficina quadro-a-quadro) todas as versões estão lindas! adorei as cores!! se eu tivesse o e-mail do Leonard Cohen eu te passava com certeza!! hehehe..

DW Ribatski disse...

Que massa Elisa. Claro que eu lembro de você. Você quadrinizou um esboço que eu fiz! Bj!








OLÁ! Meu nome é DW RIBATSKI.

PARABÉNS SR. ARTISTA PROFISSIONAL!

Meu trabalho é um enfrentamento dos arquétipos que transcendem o limite da existência multisensorial como projeção do imaginário dentro da realidade espaço/temporal através da fragmentação do não-ser do não-lugar e do não-qualquercoisa que cria terminologias para que a essencialidade primitiva da metáfora alcance o objeto por interação seja ela manifestação sensória heterogêna ou rizomática. Para tanto a (re)criação do objeto como obsoleto supõe através da reflexão e possivel mediação processual a aproximação da produção de um conceito de trabalho que estimule de forma financeira a produção. Toda perfomance que contempla o horizonte objetivo do ser através de múltiplas poéticas randômicas de dicotomia é analisada pelo sensível êfemero que através do urbano contemporâneo sintetiza signos dentro do cotidiano das relações e analogia a paradigmas ainda que se sustente por princípios que sintetizam sua própria subjetividade inerente. Ao passo contempla-se relações cacofônicas de multisentidos em obstrução à algum tipo de ruído imersivo dentro da idéia de Chade Picaminha e Piazón Deboesta.


‎"(...) Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la."
KIM GORDON